Projeto de lei proibindo abertura do comércio varejista aos domingos pode causar desemprego em massa - Saiba Já! Jornal Online

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Projeto de lei proibindo abertura do comércio varejista aos domingos pode causar desemprego em massa

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Em sessão noturna, Câmara de Maringá (PR) votará regulamentação do comércio aos domingos. O projeto que de autoria do presidente do PT local, conta com o apoio da igreja católica e pode causar inúmeros desempregos na cidade. 
A regulamentação vale para todo o comércio e inclui mercados, lojas varejistas, inclusive shoppings (gerador de inúmeros empregos terceirizados). A medida é bastante polêmica. 
O desemprego na região é grande devido a crise econômica em que o país atravessa e o nível de desempregados poderá aumentar ainda mais, após a aprovação do projeto.

A medida afeta não só a cidade, mas toda a região metropolitana, já que muitos moradores das cidades vizinhas trabalham em Maringá.

G1 | 
Desemprego no Paraná fica em 8,3% em 2017 e atinge 495 mil pessoas, aponta pesquisa:

"O estado teve a maior taxa de desocupação no Sul do país no ano passado. Santa Catarina, que tem o menor índice de desemprego no Brasil, fechou 2017 com 6,3%. O Rio Grande do Sul tem taxa de desocupação de 8%. No cenário nacional, o Paraná aparece com o 6ª menor índice de desemprego."

Sobre o Projeto:
Projeto de lei que regulamenta a abertura do comércio varejista aos domingos e feriados na cidade será votado em primeira discussão na sessão ordinária da Câmara Municipal de Maringá desta terça-feira (10), que acontecerá excepcionalmente a partir das 19h. 
O autor do projeto, vereador Carlos Mariucci (presidente do PT local), solicitou a mudança de horário (das 9h para às 19h) para facilitar o acesso do público à sessão, principalmente os comerciários e empresários. Assinam como coautores do projeto os vereadores Alex Chaves, Belino Bravin Filho, Altamir Antônio dos Santos, Sidney Telles, Odair Fogueteiro e Onivaldo Barris. 
O projeto estabelece que o funcionamento do comércio varejista em geral aos domingos e feriados dependerá de autorização a ser concedida pelo Poder Executivo, com exceção do comércio exercido por pequenos comerciantes de economia familiar e que trabalhe unicamente com pessoas da entidade familiar (feira-livre, minicomércio, açougue, sacolão, minimercados e afins. 
A autorização para abertura deverá ser solicitada por meio de requerimento protocolado junto ao Poder Executivo, subscrito pelo sindicato profissional e a empresa ou sindicato patronal representantes...

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