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Secretária de Saúde de Maringá realiza ação de prevenção contra bicho barbeiro

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Principal hospedeiro da doença de Chagas, o bicho barbeiro (triatoma infestans), é o foco de ação de equipe da secretaria de Saúde (gerência de Zoonoses e Estratégia de Saúde da Família Rural) nesta quarta, 9, a partir das 8h30. Serão feitas buscas pelo inseto e também ações de conscientização na área rural. Trata-se da quarta visita de um total de nove programadas até o fim do mês. 

Os agentes visitarão casas que apresentem potencial de risco para hospedagem do inseto e, a partir disso, verificar se há índice do parasita trypanosoma cruzi, transmissor da doença. Além da busca, também ocorre a orientação do público local sobre os aspectos do vetor, o bicho barbeiro, bem como quais ações devem ser tomadas ao se deparar com a espécie. 
Buscas já realizadas indicam ausência do problema na região. "A coleta é sempre zero, o que não nos dá índice do trypanosoma cruzi na região de Maringá", confirma a gerente do controle de Zoonoses, Janete Veltrini Sonza. As últimas visitas aconteceram nas Estradas Pinguim e Guerra, bem como na região entre o bairro de São Domingos e o distrito de Iguatemi. 
Os números também são baixos quando o assunto é a manifestação da doença na cidade. Não há diagnóstico comprovado em anos recentes e as internações em decorrência de Chagas foram de pacientes que já sofrem com o problema há mais tempo. "No ano de 2016 ocorreram duas internações, em 2017 apenas uma e 2018 não teve nenhuma", diz Janete. 
A equipe que fará ação nesta quarta atenderá moradores da região da estrada Romeirinha, no Gleba Ribeirão Centenário, sairá do Núcleo Integrado de Saúde (NIS), do Jardim Quebec, na rua Professora Letícia de Paula Molinari, 300.
Mais informações podem ser obtidas na gerência de Zoonoses (44) 3218-3136. 

SAIBA MAIS

O bicho barbeiro, também conhecido popularmente como bicudo, é o principal hospedeiro do parasita trypanosoma cruzi, transmissor da doença de Chagas, descoberta há mais de um século, pelo cientista brasileiro Carlos Chagas. Nessa patologia, diferente de outras infecções por insetos, como a dengue, a contaminação acontece a partir do contato com as fezes do vetor. A doença apresenta uma fase aguda, que pode ser assintomática. Alguns casos podem evoluir para as formas crônicas caso não haja tratamento precoce e específico. 

No Brasil, o medicamento o usado para combater a doença de Chagas, desde a década de 1960, é o benzonidazol. O tratamento é gratuito na rede pública de saúde.

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